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Educação de mercado
Inácio França - “O problema não é exatamente a quantidade, mas o enfoque e o tratamento das matérias. Na maioria das vezes, o assunto entra na pauta quando há números/dados novos, que podem servir de 'gancho' para alguma matéria mais extensa ou por problemas agudos, como roubo de equipamento de escolas ou violência”
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Educação, anunciantes e oportunidades(nistas) |
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Eriany Uchoa |
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Qual é a chave para a melhoria da educação no Brasil? Essa é a pergunta que está tomando conta dos congressos, das pales- tras e dos debates das grandes personalidades na- cionais.
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identidade |
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Gilberto Dimenstein - Formado em jornalis- mo, iniciou no merca- do de trabalho em 1977, na revista Shalom, passando depois para os jornais O Globo, Jornal do Brasil, Correio Brasiliense e para as revistas Veja, visão e educação. Membro do Conselho Editorial do jornal Folha de S.Paulo onde mantém com regularidade diversas colunas semanais.
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Educação cor-de-rosa |
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Devido a sua capacidade de informação e até de persuasão, a mídia televisiva sempre foi ponto de discussões. A sociedade vê o aparelho de televisão de forma individual. Como uma monstruosidade doméstica que deprava crianças, como dominadora infiltrada no lar. Acusar o aparelho de TV é encontrar o inimigo errado. A TV, logicamente, é o aparelho que transmite idéias e conceitos de outras pessoas com ideologias a noticiar. |
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| Houve um tempo em que as páginas de jornal eram tomadas pelo texto. E somente texto. Com o passar dos anos, as ilustrações foram incorporadas as páginas impressas e passaram a fazer parte da composição jornalística. Tamanha é a importância desta faceta jornalística, que se convencionou uma área específica para lidar com essa seção jornalística. Fotojornalismo é o tema da nossa próxima edição. Até lá. |
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“Esta edição deveria ir ao ar no dia 25 de setembro. Estava pronta, mas não foi publicada na data prevista em função de problemas técnicos. Durante vários dias a rede da qual dependemos ficou inutilizável. Ficamos reféns da tecnologia. Ou melhor, fomos surpreendidos pela falta dela. Esperamos compreensão da parte dos leitores e associados, e que a relação construída não seja prejudicada por esta eventualidade.” |
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"Sem ofensas, o objetivo desta re- vista é proporcio- nar reflexão. Propor discus- são que produza conheci- mento, que acrescente algo. Por isso mesmo, não posso contentar-me em ler aquilo que estou farta de saber, o que está na superfície. Uma vez, há algum tempo, comen- tei em minha coluna que o objetivo do autor é olhar através do vidro e não apenas o que está refletido. Devemos olhar o fundo, discutir o que está além" |
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ombudsman@unasp.edu.br |
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... o MEC comprasse
um jornal?
"EXTRA! EXTRA! EXTRA!
Ministério da Educação cria o primeiro jornal inteiramente educacional da história.
Diante de tal fato, alguns professores daquela escola pública se mostraram surpre- sos e felizes. Outros, no en- tanto, demonstraram suas “alegrias” com palmas e lágri- mas... lágrimas de crocodilo, é claro. Não demorou muito pa- ra o coordenador da institui- ção aparecer à sala dos pro- fessores e convocar uma reu- nião extraordinária à pedido do próprio MEC."...
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| "Não há educação via TV, rádio ou jornal, enquanto a informação correta, precisa e verdadeira não for veiculada. Enquanto não tivermos um telejorna- lismo ético e que priorize os dados informativos em detrimento da posição política de cada emissora de TV, ficará difícil falar- mos em educação." |
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| Patrícia Portela, mestranda em comunicação pela UFBA |
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