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Em franco crescimento

Rodrigo Ferreira

A RBS é uma empresa considerada de médio porte no cenário nacional. No entanto, pode ser vista como pelotão de frente nas áreas em que atua e quer ser reconhecida e percebida no Brasil. Tem como objetivo alcançar novos horizontes e consolidar-se no País como respeitada empresa de comunicação.

Em novembro de 2005, foi oficialmente divulgada, a aquisição da rádio Nossa Rádio FM de São Paulo, que pertencia ao grupo empresarial do ex-governador Orestes Quércia. A emissora deverá retransmitir a programação da Itapema FM , sediada em Florianópolis, que já atinge boa parte dos dois estados do sul onde a RBS atua. O sinal da rádio paulista aguarda a formalização da transferência de titularidade pelo Ministério das Comunicações e deve entrar em operação no primeiro semestre deste ano.

A RBS já havia sondado, há cerca de dois anos, a compra dos jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná , pertencentes ao empresário Paulo Pimentel. As duas empresas, na época, negaram as propostas e o negócio não chegou a ser concretizado. Sabe-se, no entanto, que este teria sido o primeiro passo de expansão da rede gaúcha.

O grupo conta com seis jornais, 26 emissoras de rádio, um portal de internet, duas emissoras locais de TV, uma gravadora, um periódico voltado para o segmento rural e uma empresa de logística. Possui, ainda, 18 emissoras de TVs afiliadas à Rede Globo e a Rede Gaúcha Sat de rádio, de acordo com o site institucional da RBS.

De acordo com o fundador da empresa Maurício Sirotsky , "a partir de agora, além da otimização das operações multimídia atuais, promoveremos a expansão das operações de rádios e jornais para mercados fora do Rio Grande do Sul e Santa Catarina".

Recentemente, foi criada uma vice-presidência de internet e inovação na RBS. Segundo Sirotsky "a RBS estará preparada para ampliar sua participação no mundo da internet e aproveitar as novas oportunidades que o ambiente tecnológico nos oferece".