O último domingo, dia 1º de outubro, - dia naturalmente tenso - os candidatos à eleição Lula, Geraldo Alckmin, Heloísa Helena e Critovam Buarque estiveram em processo de avaliação pelo Brasil afora.
O Início deste ano prometia vários surpresas, antes mesmo de começar as candidaturas à presidência. Lembrando que Lula deu o pontapé inicial para os escândalos políticos, começando pelo mensalão, sanguessugas, e por último o dossiê que perturbou o seu atual adversário Geraldo Alckmin. Foram apenas detalhes de uma série de corrupções aparentemente bem elaboradas e escondidas, que em momentos estratégicos e oportunos foram desvendados.
Todos os meios de comunicação começaram a cair em cima, enquanto os partidos se confrontavam sem nenhum pudor. A população escandalizada só observava o perfil de quem governaria o seu país. Muitos não deram importância para quem fosse. Podia ser do mais “inocente” ao mais “culto”, que a maioria da população não iria reclamar. Revistas, jornais e emissoras de televisão tiveram um papel importante na decisão da população mostrando com cautela e audácia, quem seria ele.
A revista IstoÉ, dentre outros veículos, acompanhou todos os passos dos candidatos. Mostrando todos os confrontos entre Lula e Alckmin, provocações em debates (sejam em jornais e revistas ou televisionadas), seus comícios e suas boas obras. Em nenhum momento incentivou a escolha de qualquer candidato, apenas relatou o que acontecia se cada um fosse o escolhido.
Na primeira reportagem da revista IstoÉ , deste ano, mostrou como os candidatos se espelham no governo de JK. Com o decorrer da reportagem a comparação feita do governo Lula ao de JK é repetitiva, e bem criticada. Como pode um homem fazer “50 anos em cinco”, enquanto outro governou quatro anos e nem um terço do que prometeu fez.
Os candidatos se espelham e tentam fazer igual, mas sabem que nunca vão conseguir chegar perto ou fazer melhor daquele que mesmo colocando em dívida o País fez a diferença. Esperamos que os próximos anos sejam melhores, sem corrupção, sem fraude, sem escândalos e sem “inocência”. È difícil ter um País honesto, é difícil governar sem ganância, mas pode-se fazer a diferença. Depende de cada um. |