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Para mídia Lula é negativo

O site Observatório Brasileiro de Mídia chegou à conclusão de que o candidato com mais referências negativas na mídia impressa é o presidente Lula. Analisando especialmente Folha de S. Paulo , O Estado de S. Paulo , O Globo , Correio Braziliense e Jornal do Brasil , o observatório encontrou 544 matérias, entre 23/09 e 29/09, falando sobre a corrida presidencial, das quais 71,3% foram dedicadas ao candidato Lula, enquanto 14,1% ao seu principal adversário Geraldo Alckmin. Contudo, a maioria das matérias sobre Lula são negativas (58,2%) e Alckmin teve mais positivas (42,9%). Em um “relatório especial”, claramente incomodado com o desequilíbrio, o observatório pede à sociedade para “refletir e se posicionar sobre o comportamento que os meios de comunicação têm demonstrado durante este processo eleitoral”.

 

China anuncia medidas para os Jogos Olímpicos

Segundo divulgação da Agência EFE, os jornalistas poderão entrar e sair da China, durante os Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim, sem a necessidade de visto. Essa e outras medidas foram anunciadas em um encontro de comunicação na sede dos jogos. Serão, ao todo, 5.600 jornalistas credenciados, e a organização estima ainda mais de 10.000 jornalistas que poderão cobrir o evento, mas sem acesso aos estádios. Outra medida importante é que os jornalistas poderão entrevistar atletas chineses, algo praticamente impossível hoje. Dessa forma, a China pretende abrir as comunicações para fazer os melhores Jogos Olímpicos da história.

 

Mino Carta recebe prêmio na Itália

O Prêmio Borgo Val di Toro irá homenagear o fundador e diretor da revista Carta Capital , Mino Carta, pelo sucesso alcançado no exterior. Carta é italiano, mas desde 1950 atua no Brasil. O prêmio é dividido em três categorias: literatura, pesquisa histórica e jornalismo. Entre os principais destaques na carreira do jornalista está a criação da Quatro Rodas , primeira revista do gênero automobilístico do Brasil.

 

Censura na Tailândia

Os jornais que atuam na Tailândia estão, após o golpe militar, sob rígidas normas de censura. O Ministério da Comunicação e de Informação Tecnológica instituiu regras para manter a boa imagem do novo governo, e os golpistas já ameaçaram fechar qualquer redação que infrinja a lei e publique “má informação ou boatos”. A censura vale tanto para jornais locais como estrangeiros, como BBC e CNN, que já tiveram imagens bloqueadas.