“Sem esqueçer é claro,”
(... que esquecer é com ‘c')
“Mas o que será que levaria João Kleber a pensar que o que era por ele oferecido, caia nas graças do público?”
(Alguém quer mais algum ‘que'?)
“Por se verem passando por problemas, inconscientemente se identificam com os outros que sofrem e com isso vem o consolo de que não são os únicos a sofrer e outros podem se sentir consolados por pensarem que existem outros que estão passando por experiências piores.”
(Quem entender ganha um doce.)
“A Holanda idealista, que um dia trouxe ao mundo Van Gogh, Frans Hals, Nina Foch, Espinoza e Vermeer, agora avessa aos seus princípios, passa a exportar programas televisivos epicenos alicerçados na comercialização da intimidade. Big Brother Brasil é o título dado à decadência cultural do mundo contemporâneo.”
(Sem comentários.)
Essas revistas foram mandadas para os soldados em ação, para que servissem de expiração.
(Será que as revistas também respiram?)
Era muito pro Capitão.
(Don cô tô? Quem cô sô? Prom queu vim?)
Se tornando se muito famosa, seus confrontos com o caçador Hortelino troca-letras, e com o Patolino.
(Sem comentários versão plus.)
Se dúvidas é a maneira interessante que o coelho de sempre ganhar, não importa a situação e o problema, se saindo sempre bem das situações difíceis comendo suas cenouras, acredito que causa um impacto na vida de muitas pessoas, que de certa forma queriam que a vida fosse desta maneira, que as dificuldades fossem sanadas. Mas na realidade a vida não é assim.
(Quem entender, ganha dois doces.)
A bomba de Hiroshima produziu um clarão silencioso e devastador. O som que se ouviu não era da bomba, mas dos edifícios, lares, rostos e amores que se destruíram num piscar de olhos. Jamais as palavras poderão refazer o que se quebrou, tão somente a vida que se acabou. Por isso, Hiroshima foi a câmera de TV que faltou. O retrato nu e cru do drama vivido por homens e mulheres que acordaram para nunca mais ver a paz.
(Curso de poesia Canal da Imprensa.)
É verdade que a nossa imprensa nunca foi homenageada em filmes. No entanto as grandes reportagens existem no nosso jornalismo. Um exemplo é o livro do jornalista Caco Barcelos, Rota 66 - a história da polícia que mata. A obra é referência em jornalismo investigativo, uma grande reportagem que descreve com detalhes o funcionamento das operações policiais da Rotas Ofensivas Tobias Aguiar.
(Não seria Rondas Ostensivas Tobias Aguiar?)
A segurança pública é o caso que coloca em risco a vida da população de uma cidade e porque não de um país.
(O país está ferrado!)
Segundo a revista, depois do dia 14 de setembro, os escândalos foram explorados pela mídia nacional, internacional e muito mais na programação eleitoral do candidato adversário Geraldo Alckmin do PSDB.
(Talvez intergalácticas.)
A manipulação das mentes humanas através da mídia televisiva se arrasta desde a antigüidade até nossos tempos.
(Mas que televisão é essa?)
A cobertura é realizada com base nos resultados das pesquisas e de fatos que colaboram para o entendimento do leitor, passando a informação de forma ativa , contudo de forma passiva , deixando que o leitor assuma a sua postura crítica.
(????????????)
Assim, pode-ser encontrado na revista Época do mês de Julio de 2006.
(Quem é Júlio?)
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