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Mercosul rejeita liberdade de imprensa

Deputados e senadores do Mercosul, indicados pelos Congressos Nacionais de cada país do bloco, rejeitaram incluir em sua pauta de discussão a situação da liberdade de imprensa na Venezuela. O encontro dos parlamentares, que aconteceu em Montevidéu no dia 03 de setembro, fez parte da quinta sessão ordinária do Parlamento. O Brasil foi representado por nove senadores e nove deputados titulares, além dos suplentes. Dos 60 parlamentares presentes na sessão, apenas 20 foram favoráveis a inclusão da liberdade de imprensa na pauta de debate. Para que o tema entrasse em pauta eram necessários pelo menos 31 votos. A proposta foi feita pelo deputado Uruguaio Pablo Iturralde, representante do Partido Nacional.

 

Cresce número de jornalistas mortos

A morte do jornalista Amre Malalah, comentarista esportivo da estação estatal AI Iraqiya, entra para o registro como a 112ª já registrada no Iraque. Desde março de 2003, quando começou a guerra, o número de profissionais de imprensa assassinados cresce gradativamente. O jornalista estava em uma estação de ônibus em Mossul, capital da província Ninawa, quando homens que estavam em dois carros disparam os tiros. A organização Repórteres sem Fronteiras informa em seu site que o número de jornalistas mortos no Iraque, se somado as pessoas que trabalham com mídia, já chega a 200 mortes.

 

Censura na web

Um estudo realizado pelo Open Net, organização formada pelas universidades de Oxford, Cambridge, Harvard e Toronto, revela que a censura na internet cresceu e já atinge 27 países. Os governos da China e Paquistão são os que mais filtram informações, seguidos por Irã, Cuba, Coréia do Norte e Coréia do Sul. Os conteúdos da web mais censurados são de cunho Político, Social e de Segurança Nacional. Na China, por exemplo, o governo vedou o acesso dos cidadãos a Wikipédia. No Paquistão o acesso ao Google também é proibido. No que referem às questões sociais, os governos mulçumanos são os que mais praticam censura.