Em editorial publicado em 30 de março, a Folha aderiu à tese da nova Lei. É a primeira grande empresa de comunicação do País a assumir tal posição.
“Tornou-se inadiável instituir um novo marco regulatório, amplo e atualizado, para a imprensa”, diz o editorial, concluindo que “o interesse público de conhecer a verdade, de ter acesso à diversidade de opiniões e de questionar o poder precisa da proteção de uma nova Lei de Imprensa. O Congresso não deveria furtar-se à tarefa de confeccioná-la”.
Instituída pela ditadura militar, a Lei 5.250/67 vigora até hoje.Com o advento da Constituição Federal de 1988, no entanto, muitos de seus artigos perderam efeito. |