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Quanto mais melhor
Sergio Telles
Na internet há uma infinidade de páginas relacionadas aos mais diversos assuntos. Nela, pode-se encontrar desde uma simples notícia a uma "fórmula" de como fazer uma bomba caseira.
As ferramentas de busca estão cada vez mais fortes e abrangentes. Em contrapartida, muitos dos resultados nem sempre estão relacionados ao assunto desejado. Por não ter uma regra para cadastro de conteúdo, as páginas geram um fluxo de informação desnecessária, pois como resultado da busca, as respostas variam em seu conteúdo.
Com objeto de teste, foram utilizadas quatro sites de busca: Altavista, Google, UOL e Yahoo. Em cada uma delas foi digitado
"Canal da Imprensa" e como resultado da busca se obtiveram vários. O Altavista conduziu a 18 páginas, sendo que destas quatro não estavam relacionadas a revista eletrônica. O próximo site foi o Google, com 836 páginas encontradas - destas, certamente, pelo menos metade não tem nada a ver com a revista. Pra completar, a busca do UOL achou 18 páginas e o Yahoo achou 34 páginas. Mas a diferença ficou mesmo por conta do Google com os demais.
Em meio a tantos ruídos, uma página pode ficar desconhecida e pouco acessada em relação a outras páginas da mesma área que estejam registradas de uma forma diferente e/ou em um portal que gere acessos. Um exemplo rápido. Certo dia estava lendo uma matéria sobre produção de vídeo. No meio da matéria havia um link que conduzia a outro site, que por vias normais dificilmente o encontraria. Ou seja, o site teve um acesso sem que eu o procurasse.
Oba, mais acessos!
Dizem que a melhor propaganda é o cliente satisfeito. Desta forma, um site pode ser visitado por inúmeras pessoas que foram indicadas. Gera, assim, um número de acessos de pessoas que se interessam pelo assunto.
A maioria das páginas conta cada visitante (acesso), dando assim ao webmaster uma noção de como anda o número de acessos de sua página e de onde são os visitantes. Uma forma de melhor entender este processo é clicar no final da página em um ícone com um gráfico. Uma outra página será aberta e a estatística será mostrada. No caso do site
Canal da Imprensa, houve no mínimo 11 países diferentes que acessaram a revista, como Estados Unidos, Portugal, França, Itália, Argentina, Peru e Uruguai.
Para gerar os mais de dez mil e duzentos acessos à revista eletrônica, fizeram-se necessárias algumas ferramentas da publicidade para tornar mais conhecido e acessado. Não somente pelo acesso, mas sim pelo fato de querer expor um ponto de vista, uma opinião ou até mesmo uma indignação com determinada situação.
As edições da revista eletrônica que mais tiveram acesso foram "Mártires do jornalismo investigativo", "Admirável comunicação do mundo novo" e "Organizações Globo: Um império na República" gerando um fluxo de acessos surpreendente. Os alunos que escrevem para o
Canal, também são responsáveis pelos acessos. Pois eles enviam para familiares, amigos e até mesmo para outros sites que conduzem ao
Canal.
Como todo site busca ser conhecido, o acesso é o termômetro do site. Quanto mais visitantes, mais "valor" terá sua página. Com o
Canal da Imprensa não poderia ser diferente, pois o seu acesso nos estimula a continuar a expor nossas opiniões. Obrigado por seu acesso.
criação: lisandro staut |
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