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é dinheiro
Yana Reis
Em 8 de junho de 2003, centenas de formandos de diversas universidades brasileiras se dirigiram para postos específicos com o objetivo de expor por meio de algumas questões objetivas e descritivas o que aprenderam em oito semestres de estudo e prática.
Durante esses quatro anos muito se aprende com leituras, conselhos, práticas, observações, etc. E no último ano, os formandos enfrentaram uma prova - com codinome "Provão" -, de
oito questões, para medir o que foi ensinado e aprendido nesse período.
Jornalismo, entre outras funções, é buscar e tornar conhecida a notícia, o fato. Levar o mundo para bem perto da sociedade. E como mostrar isso por meio de uma esferográfica em algumas folhas de papel?
Conhecimento jornalístico se mede em resultados e comportamento adquirido. Não em conhecimentos técnicos. O aprendizado para o jornalista se dá diariamente por meio da vivência de cada indivíduo, não podendo assim ser descrito, mas praticado com fatos, idéias e ações.
Se uma universidade fez a diferença na vida acadêmica de seus alunos e contribuiu na formação de jornalistas éticos, ela cumpriu seu papel. Isso será comprovado ao longo de anos no mercado de trabalho e não com o Provão.
Como símbolo de quatro anos dedicados inteiramente ao jornalismo, tem-se, ao concluir-se a faculdade, o diploma. Ele comprova que aquele estudante dedicou-se ao aprendizado da ética, da técnica jornalística e
na difusão das informações. Não se deve basear numa prova a capacidade de um jornalista, mas sim
no que ele acrescentou ao longo do tempo.
criação: lisandro staut |
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