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O poder da linguagem

Em 31 de agosto, o ombudsman do jornal Folha de S. Paulo teve de recorrer ao manual da mesma para mostrar um dos “trunfos que diferenciam o jornal dos outros meios de comunicação”. O jornal tem o “poder” de aprofundar os temas e de facilitar sua compreensão ao público. Em outras palavras, tem que ser interessante. Ao deixar de fazer isso, passa a ser questionada a “qualidade essencial do jornalismo”.

Sem perder a pose

Dezessete professores de Jornalismo e de Rádio e TV da Faculdade Cásper Líbero se demitiram. Numa nota enviada à imprensa, a Faculdade diz que “lamenta o ocorrido” e fala também ter promovido o diálogo e até entrado num consenso com os professores. Mas não perde a pose ao falar que oferece os melhores cursos de Comunicação Social do País.

Onde foi parar a criatividade?

A Folha de S. Paulo, nesta terça, 2, denunciou que o governo do Estado do Paraná vendia suas reportagens para 76 veículos de informação, e gastou 6,4 milhões. Onde foi parar o senso desses jornalistas? E a criatividade?

Que confusão...

No dia 27 de agosto, a jornalista Roberta Simony Carneiro, foi acusada de racismo. Quando corria na pista do Sítio da Trindade esbarrou numa mulher. Por causa disso começou a discutir com a mulher. Reginaldo Correia de Araújo, guarda municipal, tentou acalmar as “moças”, mas, segundo ele, foi agredido verbalmente com xingamentos de “nego safado” e “escravo”. Na versão da jornalista, logo após a discussão com o guarda, ela foi empurrada e caiu no chão e, então, desmaiou. Quando acordou, foi levada à Delegacia de Casa Amarela. Lá, declarou que havia sido agredida. Mostrou os hematomas e arranhões tanto nos braços quanto nas pernas, alegando que “a escravidão já tinha acabado”.

* por Lísye Rizziolli



criação: lisandro staut