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O caso das costelas

Talvez o problema do jornalismo não seja nem homens ou mulheres, mas pessoas que pensam como o autor do artigo "Minhas costelas doem".

Fabiana Siqueira, estudante do 4.º ano de Jornalismo do Unasp


Parabéns pelo artigo "Minhas costelas doem". A melhor parte é quando o autor diz para as mulher se contentarem com as crônicas ou o caderno de Cultura.

Delton Unglaub, estudante do 2.º ano de Jornalismo do Unasp


NR: A cada edição, o Canal luta pela multilateralidade de idéias. Seria incoerente se o presente número apresentasse apenas aspectos positivos da ascensão da mulher à imprensa. A ironia do artigo "Minhas costelas doem" fica por conta do humor espirituoso do articulista e não como desprezo deste para com a contribuição feminina à imprensa.


Leia também
Minhas costelas doem (6/3/03)

O que ainda falta?

Gostaria de parabenizar a autora do excelente artigo "As 'donas da casa'". Gostaria, porém de deixar uma pergunta. Afinal, o que falta para as mulheres explodirem, começarem a ocupar cargos de decisão, de grande importância nos cadernos de economia e em todos os outros setores do jornalismo ?

Já estamos no ano 2000 e ainda não temos um número considerável de mulheres no comando ou ocupando cargos importantes em grandes organizações. As mulheres são realmente inferiores aos homens? Podemos considerar que as que estão no comando são exceções, ou existe um certo preconceito de homens serem comandados por mulheres?

Enfim, o que falta para as mulheres, no mínimo, se igualarem aos homens?

Marcelo Sanches, administrador de Processos da NET (TV por assinatura)


NR: O Canal percebeu que sua indagação deve ser pergunta de muitas outras pessoas. O que ainda existe é o preconceito. Talvez a explicação esteja no costume secular que ainda limita alguns a pensarem que as mulheres tenham que cuidar apenas dos trabalhos domésticos e os homens do trabalho fora de casa.  Tal como os homens, as mulheres também têm capacidade de ocupar cargos importantes.

Por que as mulheres ainda não estão em um número tão significante? Bem, elas estão sim. Há poucos anos, elas não estavam no mercado de trabalho e hoje já existe um número bastante expressivo. Cerca da metade dos jornalistas em atividade é do sexo feminino. 

O Canal crê e defende a competência feminina para o trabalho jornalístico, tal como a competência de um homem. Basta que todos, inclusive as mulheres, alertem para isso e lutem por fazer o que gostam e sabem.


Leia também
As "donas da casa" (
6/3/03)

Publicação

Muito sugestivo e propício o artigo "Egüinha, uma ova!".
Estaremos publicando o mesmo na edição de sábado da Folha da Semana (Artur Nogueira), na coluna "Artigo do Leitor", na página 2.

Marcos Francisco de Oliveira, diagramador do jornal Folha da Semana

NR: O mesmo artigo foi publicado nos jornais O Estado do Paraná e Zero Hora (Porto Alegre), na coluna de Opinião.

Leia também
Egüinha, uma ova! (6/3/03)

Jornalista combativa

Gostei muito da entrevista com a Eliane Cantanhêde.
Nunca tinha lido nada sobre ela. É uma jornalista combativa.

Felipe Lemos, estudante de Jornalismo da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) e produtor de rádio em Florianópolis/SC

Leia também
"Por que deixar de ser mulher?"
(6/3/03)


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