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A última missão de Tim Lopes

Um ano sem Tim Lopes. No próximo dia 2, o jornalismo relembra o fatídico dia de sua morte. Morte injusta de um homem que idealizava, para pessoas mais humildes, um mundo mais seguro. Fazia de seu trabalho, uma ferramenta contra o crime organizado. Era puro suor e sangue. Até se transformar em sangue.

Mas Tim Lopes ainda tem uma última missão a cumprir. Em virtude da breve data de sua morte, o Canal da Imprensa falará sobre jornalismo investigativo, a especialidade de Tim.

Quais os perigos que envolvem esta profissão? Será que vale a pena para o jornalista correr esse risco? Programas como Cidade Alerta, Brasil Urgente e Linha Direta podem ser considerados investigativos ou sensacionalistas? Como é o jornalismo investigativo da América Latina e dos Estados Unidos? O que eles têm de diferente do nosso? Por que os grandes jornais brasileiros evitam o jornalismo investigativo?

Em "Perfil", o leitor conferirá a entrevista com Rosental Alves, diretor da Associação de Jornalismo Investigativo, falando sobre a ética no jornalismo investigativo. Também conhecerá a história de Daniel Pearl, jornalista assassinado por radicais islâmicos.

A edição ainda incluirá a resenha do livro Narcoditadura, de Percival de Souza, sobre o caso Tim Lopes o crime organizado, na seção "Cultura".Em "Nostalgia", a investigação no caso Collor. E a ressurreição da Última Hora, jornal que fazia denuncias durante o regime militar.

Confira, ou se preferir, investigue a próxima edição do Canal. Sherlock Holmes não perderia, e isso é elementar, meu caro internauta!

criação: lisandro staut