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"Respeito é bom. Eu gosto!"

"Não tenho obrigação de dar nenhuma satisfação ao chamado Repórteres Sem Fronteiras", alegou o presidente Lula. Como assim? Não é obrigação do presidente  dar satisfações sobre o andamento de seu País? Tudo bem que ele recebeu críticas "furiosas" do RSF. Mas é preciso saber contornar a situação. Para se ter respeito é bom cumprir com as obrigações. Sem ferir contudo os direitos humanos.

Ponto de vista divergente

Eduardo Oinegue – jornalista da revista Veja – foi absolvido do processo que envolvia calúnia, injúria e difamação em uma matéria feita por ele. Tal processo foi movido por Jair Bilacchi, ex-presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. Ainda bem que o juiz não considerou a matéria ofensiva.

Títulos idênticos

E por falar em Veja... Leitores atentos das semanais de informação perceberam que o título interno da matéria de capa de 8/10, sobre o lançamento do filme Maria, Mãe do Filho de Deus, era idêntico ao publicado pela concorrente Época em : "Os católicos contra-atacam". Falta de criatividade ou lugar-comum?

Condolências

Parece que o número de jornalistas que aprecia o português está diminuindo. Ou, talvez, os professores de português estão sendo pagos à-toa. Uma manchete publicada pelo Correio Central, Ouro Preto do Oeste, Rondônia, nos dá uma dica de como matar a pauladas nossa língua. O título foi bem chamativo (com certeza não tiveram problemas com a publicidade): “Final de semana com quatro mortes fatais”. Realmente, o problema se agrava, ou melhor, “fataliza”?

Vem daqui, vai de lá

O Jornal do Brasil começou a fazer trocas. Já que está na moda trocar de cargos e de profissionais. Como ele ficaria de fora, não é?! Isabel Clemente e Ricardo Rego Monteiro foram substituídos por Ruy Sampaio (Seleção de Cartas) e Florença Mazza (Carro & Moto). Mas é renovando que se cresce.

Célebre folhetim

Segunda-feira, 13, foi lançada a nova novela global. Criada para ser uma sátira das famosas revistas de fofoca, Celebridades já foi adiada várias vezes antes de entrar na telinha. O autor Gilberto Braga – conhecido por suas tramas polêmicas – queria denunciar as mazelas do mundo dos famosos. Mesmo assim, os diretores da Globo não permitiram que todos os vícios fossem divulgados. O que já era de se esperar...

Arte imita a vida

Arnold Schwarzenegger venceu as eleições na Califórnia. Muito mais pela sua popularidade do que pela competência. Será que o Brasil seguirá o mesmo exemplo? Realmente não é impossível. Lembram-se de Sílvio Santos? Ícones como Xuxa e Ronaldinho, com certeza ganhariam muitos votos.

* por Isadora Schmitt e Lísye Rizziolli



criação: lisandro staut