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Televisa
O artigo “O drama latino” usa a expressão “Rede
Televisiva”. Um dos maiores conglomerados da comunicação no México é
“Rede Televisa”. No primeiro parágrafo, a afirmação “Mesmo sendo as globais...” está vaga. Será
que faz referência à Rede Globo? Se for, a finalização do parágrafo
tem sentido;
ressaltando que há outras emissoras que fizeram sucesso de audiência. A
autora é Isadora Schmitt.
Telefe
Em
“Sistema brasileiro de telenovelas”, é citada a “rede Argentina
Telefé”. Poderia ser “argentina”. O mesmo que “brasileira”. O
site da emissora usa “Telefe”. O artigo é de Cíntia Sandri.

Produto
predeterminado
No
artigo “Gente que não quer ver a realidade”, de Delton Unglaub,
aparece, no segundo parágrafo, “pré-determinado”. O recomendado é
“predeterminado”. Quando cita as Organizações Globo como veículo de
simulação, o leitor tem a impressão de que somente as Organizações
Globo usam este artifício. Poderiam ser citadas outras emissoras que também
usam seus programas para projeção da imagem social. Ou então: “Como
exemplo, as Organizações Globo têm...”.

Misticismo
O leitor fica
curioso na coluna “O sobrenatural das novelas”, de Alex Gonsalves. É
no segundo parágrafo do subtítulo.
Quando fala sobre o misticismo em alta, não se sabe se a afirmação
é do autor da novela Anjo de Mim ou conclusão do autor do artigo.

Influência
Sugestão
para o intertítulo “Reflete ou influência”, no artigo “Ficção em
realidade”, de Katianne
Jouguet. “Reflete” é uma ação. “Influência” é uma
possibilidade de ação; um poder. Recomenda-se “influencia”, como ação
do que tem influência.
Lei?
Que lei?
No artigo de Vanessa
Candia, “A trama da ditadora”, no quinto parágrafo, o leitor fica
curioso ao ver “De acordo com a lei”. Qual lei?
Mulherada?
Em
“No fundo do baú”, de Lísye Rizziolli, sobre as novelas de época.
“Este,
por sua vez, deu uma ‘modernizada’ nas falas e no jeito dos
personagens para atrair o público-alvo, que desde aquela época era a
mulherada”. O leitor fica a imaginar o significado de mulherada. Seria
interessante uma pesquisa ou afirmação que mostra, historicamente, ser a
“mulherada” o público-alvo das novelas.

Ponto/Vício
bom
Em "Falsa construção da história", de Katianne Jouguet, a afirmação "Não é por acaso então que a Globo produz dramaturgias inovadoras em seu roteiro é preciso chocar" fica melhor com ponto e vírgulas: Não é por acaso, então, que a Globo produz dramaturgias inovadoras em seu roteiro. É preciso chocar.
No próximo parágrafo há "Afinal, as pessoas "criticam" porque assistem, e assistem porque viciam. Todo vício, por pior que seja, é bom". Penso que o leitor não conseguiu entender. Principalmente a última afirmação.
A afirmação "É lógico, que existe um pouco de realidade nas tramas" fica melhor sem vírgula. Em seguida, a afirmação "E já que a maioria da massa popular não tem amplo conhecimento do passado brasileiro é mais fácil deturpar a história" merece vírgula após a palavra "brasileiro".
No penúltimo parágrafo, é pouco recomendado "mal quista", e sim "malquisto(a)".
No último parágrafo, seguindo o padrão do texto e por ser nome próprio, "ibope" torna-se "Ibope".
Em "Lobistas da mídia", as duas primeiras frases "No geral, os meios de comunicação não se limitam apenas à apresentação crua dos fatos. Normalmente, a opinião do veículo está embutida", trazem duas palavras que podem ser eliminadas sem alteração no sentido: no geral e normalmente.
A frase "Essa insatisfação para com a administração do País, não se faz apenas" deixa o leitor confuso e sem referência.
Há falhas na transcrição da capa da revista Veja citada: "BrasILHA da fantasia: O PT infiltra a máquina administrativa do Estado com seus militantes e cai na velha ilusão de que a perseguir seus objetivos partidários, está servindo o País". Na capa original está: "(...) O PT infiltra a máquina administrativa do Estado com seus militantes e cai na velha ilusão de que, ao perseguir seus objetivos partidários, está servindo o país".

Julgo
(digitação)
Há
erro de digitação no segundo parágrafo do subtítulo “Vida real”,
na biografia “Manoel Carlos, o escritor do povo”; elaborada por
Elisama Farias. Está “julgo desigual”; o correto é “jugo
desigual”.

Novo
milênio
Comentário
sobre o artigo “No ar, a campeã de audiência”, de Loriza Kettle. No
quarto parágrafo do subtítulo “Concorrência nos anos 90”, a afirmação
“Mas
o novo milênio está marcado por grandes sucessos como Laços de Família
(2000), de Manoel Carlos, Uga Uga (2000), de Carlos Lombardi”
mostra que o milênio começou em 2000. O ano 2000 foi o último ano do
segundo milênio, e em 2001 começou o novo milênio.

Copiar
e colar
A edição do Canal da
Imprensa de 4 de setembro de 2003 contém um artigo com citações de
site duvidoso. Em “Independência em tudo, menos no jornalismo”, de
Victor Drummond, usou-se o site “TV Memória” como base para citações
do articulista Marcel Britto de Freitas. A observação foi enviada pelo
próprio articulista. Segundo ele, “o site, apesar do excelente acervo
de multimídia, na realidade não é fonte e nunca foi. O trabalho
realizado por ele é apenas o de copiar e colar (...). O texto que escrevi
foi um trabalho realizado para o site Telecentro, cujo então webmaster
Elmo Francfort hoje é responsável pelo site do Museu da TV Brasileira,
acessável por www.museudatv.com.br”.
Fica o alerta.
por Clóvis Knoener
cknoener@hotmail.com
criação: lisandro staut
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