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Popular
de sucesso
Dina Karla Miranda
O jornal Extra nasceu em 1998, tendo como diretor de redação Renato Maurício Prado. De perfil
popular-sensacionalista, o veículo carioca alcança hoje uma circulação paga de 290 mil exemplares em dias úteis e 450 mil aos domingos. Pelos cálculos, esse número deveria ser atingido em cinco anos.
Ao ser lançado, o veículo ultrapassou seu concorrente, o popular O
Dia. Atualmente, O Dia, que passa por uma crise, chega à marca de 360 mil exemplares.
Em 1999, o jornal Extra recebeu o prêmio Caboré, como o melhor jornal do ano. Nesse mesmo ano, concorreram também a revista Época, também das Organizações Globo (que também conquistou a premiação), e a revista
IstoÉ Dinheiro, da Editora Três. A escolha do jornal foi feita pelo voto de profissionais do mercado publicitário.
Ao conquistar o prêmio, o Extra tinha apenas 18 meses de existência, e já era o popular mais vendido das bancas do Rio de Janeiro. "Esse jornal surpreendeu desde o primeiro dia" comemora
Renato Maurício Prado, o diretor de redação.
Durante o programa No Limite, em agosto de 2000, os jornais Extra e
O Globo entraram em uma série de desentendimentos pela divulgação do ganhador.
O Globo publicou notícias falsas do ganhador, recurso descoberto pouco depois. Com o nome verídico do vencedor, o
Extra alcançou em 16 de agosto seu recorde à época: 400 mil. O índice já foi superado, mas o momento tornou-se um marco para a história do jornal.
Segundo Luiz Eduardo Vasconcelos, diretor geral de Mídia Imprensa e Rádio das Organizações Globo, "o
Extra é um exemplo vivo da busca incessante das Organizações Globo no desenvolvimento de veículos de comunicação em alta qualidade" (declaração retida da revista
Época de 13/11/99).


criação: lisandro staut |
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