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O papel de Jesus no cinema

Delton Unglaub

Pode-se dizer que Jesus é, sem dúvida, o personagem mais conhecido na cultura ocidental. Do primeiro ao século atual, está presente em milhares de obras literárias e filmes. 

Enquanto as novas mídias foram sendo desenvolvidas, transformaram-se nos veículos que propagaram a história, características e o impacto desta figura central. Em nossa geração, é por meio de filmes que a contribuição é ainda mais visível e popular das representações de Jesus. 

Os filmes de Jesus são populares em dois sentidos. Primeiramente, são dirigidos para a população geral. Relatam a história de uma maneira que seja projetada, apelativa e compreendida por todos os telespectadores, não importando o grau de instrução. Em segundo lugar, possuem uma maior circulação, em teatros, cinemas, televisão e vídeo. 

Não é de hoje que se pode ver no cinema, adaptações de histórias bíblicas que fizeram sucesso. E por quê não adaptar um dos livros mais lidos da história, ou pelo menos parte dele? 

Com a invenção do cinema, as histórias bíblicas de Jesus ganharam cores, som e movimento. O Rei dos Reis (1927), Ben Hur (1959) Jesus de Nazaré (1977), etc. Imaginação para isto, nunca faltou!

Em cada filme, uma visão diferente da percepção bíblica é apresentada, como, por exemplo, um Cristo negro interpretado por Woody Strode em Black Jesus (1968). E também a performance do showman em Jesus Cristo Superstar (1973).

Não pode-se acusar a mídia de ter esquecido Jesus Cristo, um dos personagens mais importantes da história. Pelo contrário, a indústria do cinema de Hollywood ajudou, de certa forma, a divulgar o caráter e os ensinos de Jesus não apenas no Ocidente como também no resto do mundo. Desta forma houve uma contribuição positiva da parte dessa indústria do cinema para a construção da imagem de Jesus Cristo. 

                                        



criação: lisandro staut