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Reconhecimento
irrisório e irrelevante
Fabiana Amaral
Desde que foram inventadas, as agências de notícias, lá com o longínquo telégrafo, mostraram sua importância na coleta e disseminação de notícias para todo o mundo. Temos exemplos, como as gigantes Agence France Press, Associated Press ou Reuters.
De um ponto qualquer do mundo, as informações que não chegariam ao conhecimento das agências são enviadas para fazer com que todos os veículos de comunicação fiquem informados e transmitam aos seus leitores e espectadores.
No Brasil, o papel das agências de notícias foi um pouco mais valorizado na época em que o dono dos Diários Associados, o rei Chatô, estava vivo. Depois de um tempo de hibernação, as agências de notícia, principalmente no Brasil, recomeçaram a ganhar importância, tendo em vista o atual cenário globalizado.
Nesse meio se destacam algumas agências, entre elas a Agência O Globo, que foi criada em 1974. É bem verdade que não precisava de muito para se destacar no cenário nacional, principalmente na última década, dado o portentoso amparo dos outros veículos do grupo. É por meio da Agência O Globo, com suas mais de 120 notícias diárias distribuídas para vários clientes, que os veículos globais recebem suas informações.
Ela conta com um arsenal de fotos, imagens variadas, comentários e notícias não só do Brasil, mas de outros países, as quais recebe por meio de suas parcerias internacionais. A bem da verdade é que nenhuma agência, nem mesmo a Agência O Globo, no caso do Brasil, recebe a importância ou o reconhecimento que merecia visto seu caráter de ferramenta e não de fim.
O que fica na imaginação popular, definitivamente, são os jornais, revistas e rádios que retransmitem o que as agências já transmitiram. Para o povão em geral, o desempenho e atuação das agências de notícias é realmente irrisório e Agência O Globo não foge à regra. Mesmo com o selinho do plim-plim.

criação: lisandro staut |
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